facebook instagram pinterest
  • Home
  • Design
  • Downloads
    • Category
    • Category
    • Category
  • Pinterest
  • Contato
  • Sobre

BM Design

Um blog sobre design, marketing, dicas sobre redes sociais, canva, e muito mais

Designer
O designer é o profissional habilitado a efetuar atividades relacionadas ao design. Normalmente o termo se refere ao desenhista industrial, habilitado em programação visual e projeto de produto, uma série de tipos diferentes de designers e ainda de projetista (termo genérico para quem projeta).
Em inglês, o termo se refere a qualquer indivíduo que esteja ligado a alguma atividade criativa ou de projeto.
Esse anglicanismo foi adotado, no final do século XX (no Brasil), na tentativa de universalizar as profissões ligadas ao projeto. Até certo ponto isso tem ocorrido e a maioria das universidades preferem o termo "designer" a "desenhista industrial". Mas como o termo "projeto" já existia e é um sinônimo, muito próximo, do termo "design". Até hoje os termos "design" e "designer" tem causado confusão entre não-designers.
A Profissão
No Brasil, a profissão do designer não é regulamentada (o que significa que não existe Conselho de Classe, como o CREA ou a OAB), embora ela conste do Catálogo Geral de Profissões do Ministério do Trabalho. Existem, no entanto, associações profissionais, de caráter cultural e representativo, embora não sejam habilitadas a fiscalizar a profissão, como as associações de designer.
Apesar da legislação permitir que qualquer cidadão exerça a atividade, normalmente isto é feito por profissionais formados em cursos superiores de Desenho Industrial ou escolas técnicas de Design. Existem várias instituições de ensino de design especializadas em habilitações específicas como design visual, design de moda ou design de interiores. Antes delas surgirem, porém, uma grande quantidade de profissionais estabeleceu-se após receberem formação em áreas correlatas, como a arquitetura (especialmente designers formados pela FAUUSP) e em cursos como o do Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São Paulo.
Instituições de Ensino no Brasil
Os cursos de Design estão presentes em diversas Universidades do Brasil, e os mais conhecidos, divididos por região, se encontram listados no site DesignBrasil: http://www.designbrasil.org.br/portal/estudantes/universidade.html
julho 23, 2011 No comentários

 

imageA Fundação Liberato pode prestigiar na ultima semana de Junho de 2011 a exposição – VITRINES – LUZ, CRIAÇÃO E CONCEITO, no saguão do curso técnico de design, idealizado e organizado pela atual turma 11431. O evento realizado expunha vitrines feitas pelos alunos durante as aulas de Projetos III, ministradas pela Professora Ardalla, onde, a partir da inspiração na biônica, foram criados produtos, posteriormente vitrines para os mesmos, e dando segmento ao trabalho, foi feita a elaboração de uma exposição para comunidade escolar, sendo sua realização o final do projeto.

clip_image002clip_image004clip_image006clip_image002[6]clip_image004[6]

A exposição contou com decorações em tons terrosos, folhas secas, e iluminação baixa, conferindo um ar acolhedor e aconchegante ao ambiente. Foram utilizadas como fundo da exposição músicas alegres e com uma pegada folk, deixando um ar despretensioso e calmo no ar. Durante o evento a turma responsável recepcionou os convidados e visitantes que passaram pela exposição. A noite foi registrada em todos os momentos, dando um toque especial com flashs ao evento.

clip_image002[8]clip_image004[8]clip_image006[6]clip_image008clip_image010clip_image014clip_image016clip_image018clip_image020clip_image022clip_image032clip_image034clip_image042clip_image040clip_image012clip_image024clip_image028clip_image030clip_image036clip_image038clip_image044clip_image026

Aos muitos alunos do curso de design, e outros cursos, professoras(es), alunos ingressantes do próximo semestre, e demais colaboradores da Fundação, que compareceram e prestigiaram nosso trabalho, muito obrigada!

 

Fotos: José Luís.

julho 08, 2011 2 comentários

 

Você provavelmente já viu cada erro bizarro na web. Alguns são os clientes que fazem, outros são os próprios web designers. Não importa de quem seja a culpa, eis uma lista de coisas que os usuários não vão falar sobre o seu site. Acredite.

clip_image001

o Se esse botão fosse maior, eu compraria o produto.

o Mas é claro, vou dar acesso total ao meu Facebook sem conhecer o aplicativo!

o Wow! Esse logo realmente é grande. Agora sim vou lembrar deste site!

o Esse site usa CSS3. Isto só pode significar que o site é ótimo.

o Esse site deve ser seguro: eles tem um ícone de cadeado na área de pagamento.

o Não consigo encontrar o botão para deletar minha conta. Então acho que vou ficar com a minha conta.

o Ufa! O link abriu em uma nova janela. Agora vou lembrar como voltar ao site.

o Adoro o fato que tenho que escolher um usuário e senha mesmo depois de logar com o OpenID. A conveniência é incrível!

o Esse artigo com 15 páginas me ajudou a evitar de ficar perdido no meio de tanto texto. Obrigado!

o Nossa! Um site que toca música quando entro nele sem me avisar. Ainda bem que eu estava com o fone de ouvido no volume máximo! Oh yeah!

o Sabe o que é divertido? Um hotsite que consome todo o processamento do meu computador.

o Wow! Um banner que aparece bem no meio do conteúdo, dificultando minha leitura. Amei!

o Que legal: um teste de personalidade que já aproveita e manda DM para todos os meus amigos no Twitter!

o Essa é uma empresa preocupada com mídias sociais: eles até tem Twitter para fazer publicidade e ainda ignoram os outros usuários. Genial!

o Adorei a ideia de eu ter que ver um vídeo de 15 minutos para saber algo que um texto me diria em 30 segundos. Muito melhor!

o Preciso me registrar em um formulário que contem 30 perguntas apenas para ver o seu conteúdo! É pra já!

abril 08, 2011 No comentários

 

Princípios lógicos podem ser aplicados a várias profissões das ciências de comunicação, e no design não poderia ser diferente. Entenda o que é a Navalha de Occam e como ela pode ser aplicada ao design para melhorar nossos produtos e serviços.

clip_image001

Mas afinal de contas, o que é a Navalha de Occam?

A expressão latina Lex Pasimoniae (Lei da Parcimônia) é usada para expressar o princípio de Occam. Em latim, diz-se: “entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem“. Traduzindo, “as entidades não devem ser multiplicadas além da necessidade“.

Existem discussões quanto ao significado do princípio de Occam, mas a popularmente aceita é que “a maneira mais fácil de fazer algo é geralmente a melhor maneira de fazê-la“. Ou seja,quanto mais simples, melhor.

Como que a Navalha de Occam pode ser aplicada ao design?

Essa pergunta é simples de responder: através da simplicidade.

Um dos melhores exemplos de simplicidade atualmente é o Twitter. Tudo nele é simples: o cadastro, o acesso e o objetivo. Não dá pra subir imagens ou vídeos, não dá pra ter configurações complexas do seu perfil, não dá pra se juntar a comunidades, etc.

Simplicidade.

A simplicidade do Twitter chega a ser assustadora – é por isto que muitos usuários (especialmente os que estão vindo do Facebook ou Orkut) sentem um vazio na nova rede social e abandonam-a em poucos dias.

Além disto, a Navalha de Occam tem sido usado bastante na web mesmo que inconscientemente. Designers de renome sempre defendem o “Princípio KISS” (em português, erroneamente traduzido como “Princípio do beijo“); “Keep It Simple, Stupid” – “Mantenha-o simples, bobão“, que é apenas uma versão adaptada do de Occam. Steve Krug escreveu um livro inteiro sobre isto; “Não Me Faça Pensar” é uma leitura obrigatória a qualquer um que trabalhe com design, especificamente web design.

Navalha de Occam versus Minimalismo

Existe uma grande diferença entre a aplicação de Occam ao design e o minimalismo. Se algo é simples, não quer dizer que ele precisa ser minimalista. Como exemplo, cito novamente o Twitter. A interface dele é longe de ser minimalista, mas não deixa de ser simples.

Outro exemplo é o site do WordPress. Ele é simples e intuitivo. A maioria das pessoas que acessam o site deles querem fazer logo o download do WordPress, logo o web designer decidiu destacar onde fazer o download.

clip_image003

Difícil não saber como fazer o download.

Design gráfico simples

O que realmente importa na peça? É o nome da empresa? É o produto? É o nome do evento? É a data, valor ou local dele?

Além de saber o conteúdo da peça que você está criando, você também precisa levar em conta o que é que você está criando. É um outdoor? Então a mensagem tem que ser direta – algo que você consegue ler e compreender em até 8 segundos. É um flyer? Precisa ter as informações importantes – nada de “história da empresa”.

Simplificar pode parecer uma tarefa difícil, ainda mais quando é necessário colocar muitas informações em um lugar só. Para isto, basta dividir. Anote tudo em um papel e decida se você pode rearranjar as informações.

Um folder institucional, por exemplo, não precisa ter os dados completos de todos da equipe na área principal. Você pode optar por escrever isto no final do folder, ou (até melhor) deixar para colocar no site. Pense: o que você precisa que o cliente faça? Agora elimine tudo aquilo que fica entre seu cliente e o objetivo final.

Veja o exemplo do cartaz abaixo. Ele poderia estar escrito: “O evento é as 20:00 do dia 20 de Junho de 2011. O valor de entrada para este evento é de $5.00″. No entanto, o designer colocou apenas os dados “8:00 pm” (aceito como horário de início), “20 Junho” (que só pode ser a data do evento” e “$ 5.00″ que é o valor da entrada. Simples.

clip_image004

Um cartaz simples e objetivo.

Web design simples

Krug fala bastante sobre “mostrar ao usuário qual o próximo passo que ele deve dar“. Se um usuário já não sabe o que quer, dê algo pra ele fazer. Se a navegação for muito complexa ou se a imagem de fundo distrair o leitor, simplifique.

“Na arquitetura, um design bacana não deve comprometer a força da estrutura ou dificultar o acesso do ponto A ao ponto B. No web design não deveria ser diferente: um layout bem bolado não deve comprometer a mensagem que você quer repassar ou fazer com que o usuário se perca ao ir da página A a página B do seu site”, escreve McConnell.

Se o seu site tem objetivos específicos (como fazer com que o usuário contrate algum plano), deve-se antecipar e eliminar os obstáculos durante a fase inicial do design. Não é incomum de ver designers criarem algo legal sem antes descobrir se o que ele fez ajuda ou atrapalha ao objetivo inicial daquele site.

Onde mais posso aplicar a Navalha de Occam?

Em qualquer lugar. Qualquer mesmo. Nem precisa ser exclusivamente no design. Mas já que esse é um blog sobre isto, algumas dicas:

o Código limpo; mesmo se só você for trabalhar naquele site, é muito mais fácil você simplificar o seu código e deixar ele organizado do que passar horas tentando descobrir o que você tinha feito anteriormente.

o Menu de fácil acesso; não invente moda de fazer o menu aparecer apenas uma vez a cada 20 segundos na tela. Menu no topo ou na lateral – é onde qualquer pessoa vai procurar.

o Foque no que realmente importa; se o objetivo é fazer alguém se cadastrar no seu site, não faça um formulário quilométrico pedindo informações absurdas.

o Simplifique

E um último conselho: Uma mensagem simples será entendida melhor do que uma complicada.

abril 07, 2011 No comentários

 

O objetivo do briefing é descobrir o que o seu cliente quer, o que ele precisa e o que você vai ter que fazer. Ele vai facilitar o seu trabalho e diminuir as chances da temida “refação”. Esses sete itens básicos de um bom briefing vão te ajudar a criar um questionário com as perguntas certas.

clip_image001

As partes mais importantes de um briefing são:
o Objetivos e metas do novo projeto
o Orçamento e prazos
o Público alvo
o Escopo do projeto
o Material disponível / necessário
o Estilo / look geral
o Objeções

 

Objetivos e metas do novo projeto

A primeira coisa que você precisa descobrir é o que o seu cliente quer. É um redesign de um site já existente, ou é um design inteiramente novo? São alterações menores em um logo ou é uma pesquisa inteira de mercado para uma nova identidade visual? O cliente já possui alguma ideia do que ele quer feito ou ele está deixando mais ao seu critério?

Fazer com que seu cliente descubra qual o objetivo dele é importante para que você consiga criar algo que irá satisfazê-lo e ainda ser compreensível pelo público alvo. Afinal de contas, você precisa criar algo que irá sensibilizar ou educar diferentemente o alvo e não só ter como objetivo de vender um produto ou serviço.

Orçamento e prazos

Tocar no assunto de “orçamento disponível” é complicado, e alguns clientes são sensíveis a esse papo. Muitos clientes acreditam que se eles informarem o orçamento disponível antes de você fornecer o valor do projeto, você pode acabar cobrando um preço excessivo ou cobrar o valor máximo que eles tem em mãos.

O que alguns clientes não entendem é que, conhecendo o orçamento disponível antes de fornecer um valor ajuda ao designer modelar o serviço que ele pode prestar de acordo com o que o cliente pode investir. Não estou defendendo que você deve fazer um job mal feito só por que o cliente não tem muito pra investir! Como designer, você precisa se adequar ao orçamento sem pecar na qualidade do trabalho (muitas vezes pedindo um prazo maior para dar prioridade a outros clientes, ou deixando de fornecer um manual de identidade completo por um mais simples). Isto é algo importante que seu cliente deve saber, e esteja preparado a ter um pouco de resistência por parte dele.

clip_image002

Prazo é algo tão importante quanto o orçamento. Alguns clientes não tem a mínima ideia de quanto tempo demora para fazer um site bom (já tive clientes achando que eu poderia fazer um blog completo em duas horas de trabalho, numa sexta de noite!). Eles raramente entendem que um bom design leva tempo, e não se limita a apenas criar uma imagem bonitinha.

Algumas vezes os clientes tem prazos que eles precisam cumprir, talvez por causa de algum evento onde ele quer introduzir o novo logo. É importante descobrir pra quando eles precisam do projeto pronto e se o prazo é flexível

Seja realista com seus clientes sobre o prazo e orçamento que ele tem. Se você sabe que algo não pode ser feito com um destes dois ítens (prazo ou orçamento apertados, por exemplo), informe ele logo de cara. Ofereça soluções alternativas se for possível. Você pode acabar dando um jeito de trabalhar pra ele e descobrir que, apesar das restrições, você conseguiu formar uma parceria sólida de trabalho que pode te garantir mais jobs no futuro.

Público alvo

Quem são os clientes dos seus clientes? Um site criado para adolescentes vai ser diferente de um site criado para grandes empresas. Pergunte ao seu cliente a quem ele deseja que o projeto dele apele no início. E quando o cliente diz que o público alvo são as classes A, B, C e D, ambos os sexos com idades de 1 a 100 anos de idade, peça pra ele rever isto. Ninguém tem um público alvo que engloba todas as idades e classes.

Se o seu cliente não sabe quem é o público alvo deles, pergunte quem seria o consumidor ideal. Ele com certeza deve ter uma ideia de quem compra seus produtos ou usa seus serviços. Peça que seu cliente descreva essas pessoas, mesmo que seja mais de uma. Faz parte do seu trabalho como designer pesquisar o público e criar algo que apele a ele e suas vertentes próximas.

Escopo do projeto

Nem todo projeto é profundo. Alguns clientes podem querer uma solução completa e outros podem simplesmente querer adaptar algo ao que eles já possuem.

Algumas vezes, o escopo do projeto é óbvio quando existe um objetivo. Se o objetivo do seu cliente é de vender produtos pelo seu site, eles vão precisar de um solução de e-commerce. Mas se não for algo óbvio (por exemplo, o objetivo é redesenhar a marca para apelar a um público mais maduro), você vai precisar saber esta informação. Quanto mais informações você tiver, melhor.

Material disponível / necessário

clip_image003

Material já existente pode te ajudar

Seu cliente já tem um logo, panfleto, flyer, fotos de produtos ou outros materiais que podem ser úteis ao seu design?

Olhando o material promocional existente pode te dar uma visão valiosa do que a empresa está procurando.

Se o cliente não tem algo como um logo ou fotos de produtos, você pode então oferecer a fazer estes serviços ou indicar alguém que você conheça que pode (se não fizer parte do seu escopo de serviços). Esses adicionais podem ser de valia pra você e seu cliente, além de te ajudar no produto final.

Estilo geral

Entender o que seu cliente quer em termos de estilo é de vital importância. Eles podem ter um estilo mais grunge em mente quando você está visualizando algo mais clean e moderno (e vice versa). A maioria dos clientes possuem gostos (e desgostos) distintos, mas nem sempre eles são bons em expressar qual é o gosto deles.

Pedir exemplos do que o cliente gosta em termos de design (e o que eles não gostam), mesmo se for o design da concorrência pode ter fornecer uma visualização valiosa do que eles gostam e não gostam. O ideal é o cliente que fornece vários exemplos antes de você dar início a fase de criação.

Objeções

clip_image004

Quais são as objeções do cliente?

Tão importante saber o que o seu cliente quer é saber o que ele não quer de jeito nenhum.

Cada cliente é um caso. Alguns não vão querer um layout de 3 colunas no site, ou usar uma cor verde no logo deles. Ter ideia do que seu cliente não quer pode te poupar muito tempo que você gastaria criando algo que eles vão rejeitar.

Guia formal ou apenas um questionário?

Agora que você sabe o que um bom briefing deve ter, está na hora de decidir como você quer tratar o seu briefing: como um questionário formal, ou fornecer alguns dados como guia para que seu cliente crie um briefing.

Existem vantagens e desvantagens para cada opção. Um questionário pode ser útil aos clientes que nunca trabalharam com um designer profissional. Essa opção faz ele pensar bem sobre o que ele quer e chega às raízes do que ele precisa.

Por outro lado, dá pra fazer um documento menos formal que simplesmente guie o cliente a criar um briefing com todas as informações que ele julgue pertinente. Se o cliente já trabalhou com designers, essa pode ser uma alternativa melhor pois as informações que ele vai fornecer serão mais relevantes ao projeto.

A terceira opção é fazer uma entrevista informal com seu cliente. Veja o que seria o ideal fazer e quais as opiniões dele. Anote tudo (ou grave, se possível) pois isto pode servir como briefing.

A vantagem da entrevista é poder tirar dúvidas na hora, além de poder medir o nível de entusiasmo do seu cliente quanto a algumas ideias.

Um bom briefing é essencial

O briefing serve como um guia documentado do projeto. Ele deve cobrir tudo que é necessário fazer de uma maneira que seja fácil de acessar durante o projeto.

Faça anotações no seu briefing quando você começar o projeto. Destaque as partes importantes dele. Não simplesmente olhe o briefing no início do projeto e depois arquive-o em algum lugar. Use o briefing de forma efetiva durante todo o processo e o se projeto terá um resultado muito melhor!

Lembre-se também que existem perigos quando o briefing é mal feito, que inclui a refação por inteiro e perda de tempo e dinheiro.

abril 01, 2011 No comentários

 

A Pentawards é uma competição do mundo dedicado exclusivamente ao design de embalagens do mundo inteiro.  O prêmio  seleciona as embalagens com base na criatividade, branding e qualidade do design de embalagem para o ano.

Entre os vencedores eles fizeram uma seleção de embalagens que se destacam por sua criatividade, mas também por suas notável abordagem ecológica e social .

Vejam as embalagens selecionadas:

Deep Origin

A água Deep Origin tem uma garrafa de vidro cristalino e durável em forma de gota de lágrima.O material foi escolhido para que fosse possível reutilizar a garrafa muitas vezes

Na própria garrafa, em alto relevo, está o logo da Deep Water refletindo a simplicidade da marca e qualidade do produto. Com o uso contínuo da garrafa, o atrito risca o local onde está impresso a marca do produto ficando consequentemente mais legível.

O rótulo principal da garrafa fica permanentemente impresso, reduzindo o desperdício.

O pequeno colarinho à base de  celulose é biodegradáveis e o adesivo é solúvel em água e  impresso com tintas à base de vegetais.

Gold Pentawards 2010
Design: Grenache Bottle Design (Nova Zelândia)


The Wild Bags – out_of_ark ®

As Wilde Bags são sacolas para viver na selva urbana. Uma série de 15 desenhos de animais dos 5 continentes em 3 formatos de sacolas.

Feito de papelão corrugado onde os cortes na parte da frente que se assemelham as barras de uma gaiola.

A caixa sacola protege o produto e é ecológico, pois o papel é totalmente reciclável. Usa muito pouca tinta na impressão. Além disso, essa caixa/sacola pode ser reutilizada como uma prática caixa de armazenamento.

Platinum Pentaward 2010, Best of the Other Markets category
Design: Identis (Alemanha)

Milk from the Forest

A Amita, preocupada com o futuro das florestas no Japão teve a ideia de criar suas vacas no meio da floresta para a produção de leite. Lá elas encontram comida e proporcionam um leite de uma qualidade muito boa.

O designer Shigeki Kunimatsu entendeu que as embalagens deste leite da floresta não deve ser apenas o símbolo ecológico da Amita, mas também um meio de promoção para este projeto social.

O nome e os gráficos são simples e fácil de identificar. As formas suaves e arredondadas da garrafa anunciam um leite saudável e natural enquanto um pequeno folheto explica os detalhes do projeto para os consumidores.

Gold Pentawards 2010
Design: Hinomoto Design (Japão)


Backyard Farms

Backyard Farms foi fundada com o princípio de que todos devem ser capazes de desfrutar de produtos frescos, saudáveis, produzido localmente e entregue à lojas um dia após a colheita.

Para desenvolver a embalagem eles consideraram o uso de material reciclado de pós-consumo, proteção do produto, e um design que permita o consumidor a ver, tocar e cheirar o produto fresco.

Gold Pentawards 2010
Design: Ciulla Assoc (EUA)

Kjaer Weis

Kjaer Weis é uma nova marca de cosméticos com 95% de produtos naturais ou orgânicos, sem parabenos, petroquímicos emulsionantes, corantes sintéticos ou perfumes. Os produtos são certificados pela CCPB, um organismo de certificação italiano. A marca tem o objetivo de combinar este respeito para o ambiente com um design luxuoso e contemporâneo.

Para isso eles desenvolveram uma série de embalagens recarregáveis compactas de maquiagem para os olhos, lábios e maçãs do rosto desenhado por Marc Atlan e pelo famoso maquiador Kirsten Kjaer Weis da Dinamarca.

As embalagens são feitas de Zamak, uma liga de zinco e alumínio, que ostenta um logotipo esmaltado branco da KW em uma caixa laqueada em vermelho com uma textura granulada, como uma caixa de joias.

Gold Pentawards 2010
Design: Marc Atlan (EUA)


Bobble

Bobble é uma garrafa de água com filtro desenvolvida para a vida em movimento. Ela é produzida com PET reciclado aprovado pela FDA, é livre de BPA, ftalatos e PVC e é 100% reciclável.
Um único filtro da Bobble equivale a pelo menos 300 garrafas de água filtrada, cerca de 150 litros, ou cerca de 2 meses de uso diário.

Gold Pentawards 2010
Design da garrafa: Karim Rashid da Move Collective (EUA)
Design da embalagem: Safari Sunday (EUA).


“Paris Illumine Paris”

Essa embalagem foi desenvolvida para a promoção “Paris Illumine Paris” criada pela cidade de Paris, a P’référence e Coca-Cola Company para mobilizar e trazer à luz às pessoas sobre os benefícios da reciclagem de garrafas de plástico.

Para divulgar melhor esta promoção, o designer criou um coletor de garrafas de Coca-Cola e um rótulo termoencolhível verde com elementos gráficos que mostram essas luzes e os logotipos dos diferentes parceiros para comunicar mais sobre o evento.

Silver Pentawards 2010
Design: P’référence (França)


Kinpachi-Mikan

Kinpachi-Mikan é uma tangerina bem conhecida da prefeitura de Wakayama. A fruta é suculenta que derrete na boca e é tão suave que até mesmo um bebê pode facilmente comer.

Essa embalagem foi desenvolvida para que após a compra da fruta ela não seja descartada e sim reutilizada em múltiplas funções.

Silver Pentawards 2010
Design: Sugiyama Design (Japão)

Stop the water while using me!

“STOP THE WATER WHILE USING ME” é uma linha de cosméticos que estabelecem novos padrões em matéria de proteção ambiental e sensibilização. A linha pretende ser amiga do meio ambiente desde a produção atá o produto acabado.

Na embalagem é impresso apenas em preto e branco em letra manuscrita, mensagens como: Pare a água enquanto está me usando!

Silver Pentawards 2010
Design: Kolle-Rebbe (Alemanha)

PakMat Aero

O PakMat Aero é um produto para acampamento ideal para pessoas que gostam de dormir confortavelmente ao ar livre. Não há necessidade de transportar uma bomba separada ou depender de uma fonte de energia elétrica ele usa uma bomba de mão com energia humana para inflar a cama.

O design da bomba de ar é feito de plástico moldado por sopro fornece um recipiente fechado que também serve para abrigar o PackMat protegendo durante o transporte e armazenamento. Com isso eles reduzem a necessidade de materiais de embalagem adicional.

O design da embalagem reforça o posicionamento da marca através da forma, cor e gráficos. Tons terra promovem o uso positivo ecológicos deste produto e a embalagem reutilizável.

Bronze Pentawards 2010
Design: Beyond Design (EUA)

Fonte:

http://www.pentawards.org/

novembro 25, 2010 No comentários
Older Posts

Sobre mim

BM Design

BM Design

Hello! I am applique, a minimal fashion & lifestyle magazine for my blogger friends.

Redes Sociais

Marcadores

Apostila Biônica Curso Técnico em Design Design Design BM Designer Download Embalagem Embalagens Evento Fundação Liberato Liberato Vitrines web

Pinterest

Recente

Arquivos do Blog

  • ▼  2011 (9)
    • ▼  julho (2)
      • Designer
      • – VITRINES – LUZ, CRIAÇÃO E CONCEITO–Evento Na Fun...
    • ►  abril (3)
    • ►  março (4)
  • ►  2010 (32)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (14)
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2009 (26)
    • ►  novembro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (15)
    • ►  julho (9)

Created with by ThemeXpose