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BM Design

Um blog sobre design, marketing, dicas sobre redes sociais, canva, e muito mais

 

Quando há modos de pensar e agir diferentes há um conflito entre as mesmas, e não foge da exceção, há uma grande diferença entre o design acadêmico e o design usado no mercado competitivo.
A grande dificuldade dos estudantes de design brasileiro é a grande distância entre os conceitos e metodologias apresentadas pela faculdade, em diferença ao mercado. Enquanto uma foca na qualidade conceitual do projeto, nas escolhas para uma criação, a outra, exige rapidez e agilidade em detrimento da qualidade. Claro que existe trabalhos de mercado com níveis de criação altíssimas, mais são raras as ocasiões e normalmente só acontece com agências de grande porte.
Se perguntar para um professor de uma universidade ou um diretor de arte, o que é design, a grande maioria responderá que se iguala a projeto, uma criação de metodologia para alcançar um objetivo, utilizando de pesquisas e experiências profissionais para delimitar e ditar o caminho a ser tomado. Se pegarmos essa idéia como base ela se encaixa para tanto o design acadêmico quanto o de mercado, o que muda é seu objetivo final e sua metodologia, enquanto academia seu objetivo e proporcionar o melhor entendimento do usuário para um tal objeto, objetivo alcançado através de pesquisas e observações, a outra parte a de mercado muda o foco, seu objetivo é rapidez e demanda, e para isso através de pesquisas e observações se toma o melhor caminho que seja rápido. Os resultados são diferentes, com qualidades diferentes, custo e preços diferentes, mais no final todos continuam como design, pois só muda o foco o objetivo a ser alcançado.

 

 

Por Felipe klerk signorini

Disponível em http://designteatro.wordpress.com/

janeiro 13, 2010 No comentários

 

Em uma entrevista cedida ao blog Moda Brasil + Design, a designer Eloíze Navalon, que é também coordenadora do curso de Design de Moda da UAM, falou um pouco sobre temas abordados em sua pesquisa “Design de Moda: Interconexão Metodológica”, onde discute peculiaridades da profissão de designer no Brasil. Em sua pesquisa Navalon faz um comparativo entre os desempenhos de designers que classifica como anônimos e autorais. Segundo a pesquisadora o designer anônimo é aquele profissional que trabalha para uma determinada marca e que, na grande maioria dos casos, não tem seu nome conhecido pelo público. Apesar de ser este o caso da maior parte dos designers brasileiros que, apesar de seus esforços, ainda não encontraram o reconhecimento de sua profissão, Navalon revela-se bastante otimista ao afirmar que este cenário está mudando. Ela define como designers autorais aqueles profissionais que apresentam seu trabalho através de uma marca própria, que pode até mesmo levar o nome deles. Na entrevista Navalon afirma que quis falar especificamente sobre o designer de moda, porém é possível afirmar que há uma situação bastante semelhante na realidade de designers que atuam em mídia impressa e também digital. Ela deixa claro um detalhe importante para que possamos compreender que, assim como em outros lugares do mundo, existe um mercado que busca uma “intenção de design” para uma linha de produção massificada. Este mercado é constituído por empresas que, em geral, encaram o design apenas como um “detalhezinho a mais” e que, talvez por isso, não invistam neste recurso ou aceitem pagar muito mais pelo trabalho do profissional que Navalon chama de “designer autoral”. Tais empresas preferem adotar a mencionada “intenção de design” solicitando a estagiários que sigam esta ou aquela tendência, em geral fórmulas já experimentadas no mercado e que caíram no gosto do público. Vale lembrar que, muitas vezes, estes estagiários são muito mais capacitados tecnicamente do que alguns dos profissionais que Navalon chamaria de “designers autorais”. É evidente que tanto o designer anônimo quanto o autoral enfrentam problemas semelhantes no que diz respeito ao desenvolvimento de um projeto. Ambos lidam com questões pertinentes a prazos, verbas, sistemas de produção utilizados pelos fornecedores e uma porção de outras variáveis. No entanto é preciso admitir que nem sempre o designer anônimo, apesar de receber uma remuneração bastante inferior a de um designer autoral, contenta-se em copiar fórmulas prontas e, dentro de suas possibilidades, empenha-se em desenvolver um trabalho em que reconheça seu talento. Para estes designers, mais do que para qualquer outro, exercer sua profissão no Brasil é lutar por uma causa.

 

Originalmente publicado em: http://designteatro.wordpress.com/

janeiro 12, 2010 No comentários

 

As olimpíadas de inverno serão realizadas em Vancouver no Canadá. Juntamente com a identidade visual foram criadas ilustrações para acompanhar os eventos, algumas delas você vê aí embaixo, outras você confere no site oficial.

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Originalmente publicado em: http://www.designflakes.com.br/

janeiro 12, 2010 No comentários
novembro 07, 2009 No comentários
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