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BM Design

Um blog sobre design, marketing, dicas sobre redes sociais, canva, e muito mais

 

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Desenho de uma peça mecânica segundo as convenções do desenho técnico

O desenho técnico é um ramo especializado do desenho, caracterizado pela sua normatização e pela apropriação que faz das regras da geometria descritiva. Tal forma de desenho é utilizada como base para a atividade projetual em disciplinas como a arquitetura, o design e a engenharia. O desenho técnico, é a ferramenta mais importante num projeto, por ser o meio de comunicação entre quem projeta e quem fabrica. Nele constam todas as informações referentes ao projeto.

Existem dois modelos de representação: pelo método europeu (ou do primeiro diedro) e pelo método americano (ou do terceiro diedro).

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Papéis especiais do desenho técnico

Fazer papéis especiais de dimensões normalizadas para os desenhos eles são usados. O mas usado é as séries A de quem tamanhos principais é (medidas em milímetros) :

A0 - 841 x 1189

A1 - 594 x 841

A2 - 420 x 594

A3 - 297 x 420

A4 - 210 x 297

A5 - 148 x 210

Modalidades

Para cada área da tecnologia existe uma especialização diferente do desenho técnico, normalmente envolvendo normatização específica. Alguns exemplos são os que seguem:

  • Desenho mecânico - voltado ao projeto de máquinas, motores, peças mecânicas, etc.
  • Desenho arquitetônico - voltado ao projeto de arquitetura, desenho urbano, paisagismo, etc.
  • Desenho técnico de moda - voltado para desenhar a estrutura técnica das roupas.
agosto 21, 2009 No comentários

image A história da arte é uma disciplina que estuda a evolução das expressões artísticas, a constituição e a variação das formas, dos estilos, dos conceitos transmitidos através das obras de arte.

Costuma referir-se à história das artes visuais mais tradicionais, como a pintura, escultura e arquitetura.

Se bem que as idéias sobre a definição de arte tenham sofrido mudanças ao longo do tempo, o campo da história da arte tenta categorizar as mudanças na arte ao longo do tempo e compreender melhor a forma como a arte modela e é modelada pelas perspectivas e impulsos criativos dos seus praticantes. Embora muitos pensem na história da arte simplesmente como o estudo da sua evolução ocidental, o assunto inclui toda a arte, dos megalitos da Europa Ocidental às pinturas da dinastia Tang, na China.

 

Estudo acadêmico

Johann Joachim Winckelmann, no século XVIII, estabeleceu os fundamentos para o estudo da história da arte. Mas esse tipo de história só se tornou uma disciplina acadêmica a partir de 1844, na Universidade de Berlim.

Abordagens sobre a história da arte, no século XIX:

  • Contexto social da arte: ver Jacob Burckhardt;
  • Aspectos formais da arte: ver Heinrich Wölfflin

No século XX, Erwin Panofsky rejeita o formalismo de Wölfflin em seus estudos de iconografia. Ernst Gombrich, foi uma figura importante nessa área, com sua popular divulgação da História da Arte (1950) e seu relativismo cultural. Em recentes tendências dos estudos históricos de arte, a partir dos anos de 1980, houve uma valorização das ideologias de determinados grupos sociais, como os estudos feministas por exemplo.

Introdução aos grandes momentos da história da arte

A arte rupestre é a primeira demonstração de arte que se tem notícia na história humana. Seus vestígios datam de antes do desenvolvimento das grandes civilizações e tribos, como as do Antigo Egito. Esse tipo de arte era caracterizado por ser feito com materiais como terra vermelha, carvão, e pigmentos amarelos (retirados também da terra). Os desenhos eram realizados em peles de animais, cascas de árvores, e, principalmente, em paredes de cavernas. Retratavam animais, pessoas, e até sinais. Havia cenas de caçadas, de espécies extintas, e em diferentes regiões. Apesar do desenvolvimentos primitivo, podem-se distinguir diferentes estilos, como pontilhado (o contorno das figuras formado por pontos espaçados) ou de contorno contínuo (com uma linha contínua marcando o contorno das figuras). Apesar de serem vistas como mal-feitas e não-civilizadas, as figuras podem ser consideradas um exemplo de sofisticação e inovação para os recursos na época. Não existem muitos exemplos de arte-rupestre preservada, mas com certeza o mais famoso deles é o das cavernas de Lascaux, na França.

Características da arte na pré-história e suas diferenças com a arte na atualidade

As características da arte na pré-história podem ser inferidas a partir dos povos que vivem atualmente ou viveram até recentemente na pré-historia (por exemplo, os aborígenes, os índios). Na pré-história, a arte não era algo que pudesse ser separada das outras esferas da vida. Ela não se separava dos mitos, da economia, da política, e essas atividades também não eram separadas entre si. Todas essas esferas formavam um todo em que tudo tinha que ser arte, ter uma estética, porque nada era puramente utilitário, como são hoje um abridor de latas ou uma urna eleitoral. Tudo era ao mesmo tempo mítico, político, econômico e estético. E todos participavam nessas coisas.

A arte como uma palavra que designa uma efera separada de todo o resto só surgiu quando surgiram as castas, classes e Estados, isto é, quando todas aquelas esferas da vida se tornaram especializações de determinadas pessoas: o governante com a política, os camponeses com a economia, os sacerdotes com a religião e os artesãos com a arte. Só aí é que surge a arte "pura", separada do resto da vida, e a palavra que a designa.

Mas antes do renascimento, os artesãos eram muito ligados à economia, muitos eram mercadores e é daí que vem a palavra "artesanato". Então a arte ainda era raramente separável da economia (embora na grécia antiga, a arte tenha chegado a ter uma relativa autonomia), por isso, a palavra "arte" era sinônimo de "técnica", ou seja,"produzir alguma coisa" num contexto urbano. No renascimento, alguns artesãos foram sustentados por nobres, os mecenas (os Médici, por exemplo), apenas para que produzissem arte, uma arte realmente "pura". Surgiu então a arte como a arte que conhecemos hoje, assim como a categoria daqueles que passaram a ser chamados de "artistas".

Esquema de periodização

O campo de arte se tornou bastante abrangente e pode ser subdividido da seguinte maneira:

Arte da Pré-História

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  • Arte do Paleolítico
  • Arte do Neolítico (Arquitectura do Neolítico)
  • Arte rupestre (Pintura) | Arquitectura da Pré-História (Dólmen | Menir | Megálito | Cromlechs)

Arte da antiguidade

Arte da Mesopotâmia

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  • Arte da Suméria
  • Arte da Assíria
  • Arte da Babilônia
  • Arte da Pérsia (Arquitectura)

Arte do vale do Nilo

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  • Arte egípcia (Arquitectura | Pintura | Escultura)

Arte celta

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  • Arte celta

Arte germânica

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  • Arte germânica

Arte egeia

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  • Arte cicládica
  • Arte minóica (Pintura)
  • Arte micénica (Pintura)

Arte fenícia

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  • Arte fenícia

Arte da Antiguidade Clássica

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  • Arte etrusca (Pintura)
  • Arte grega (Arquitectura | Escultura | Pintura)
  • Arte helenística (Pintura)
  • Arte romana (Arquitectura | Escultura | Pintura)

Arte do cristianismo

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  • Arte paleocristã
  • Arte copta

Arte da Idade Média

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  • Arte islâmica (Arte mourisca)
  • Arte bizantina

Arte pré-românica

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  • Arte dos povos germânicos
  • Arte visigótica
  • Arte hibérnico-saxónica
  • Arte anglo-saxónica
  • Arte merovíngia
  • Arte carolíngia
  • Arte otoniana

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  • arte românica (Arquitectura | Escultura | Pintura)
  • Arte gótica (Arquitectura | Escultura | Pintura)
  • Arte manuelina

Arte do Renascimento à modernidade

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  • Renascimento (Arquitectura | Escultura | Pintura)
  • Maneirismo

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  • Barroco (Música)
  • Rococó

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  • Neoclassicismo
  • Academicismo
  • Romantismo
  • Pré-rafaelitas e Nazarenos

Arte moderna

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  • Naturalismo
  • Realismo

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  • Impressionismo
  • Pós-impressionismo
  • Pontilhismo e Divisionismo

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  • Simbolismo
  • Decadentismo
  • Art nouveau
  • Arts & crafts

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  • Expressionismo
  • Fovismo
  • Die Brücke
  • Der Blaue Reiter

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  • Cubismo
  • Abstraccionismo
  • Construtivismo russo
  • De Stijl
  • Bauhaus
  • Suprematismo
  • Realismo socialista

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  • Futurismo
  • Dadaísmo
  • Surrealismo

Arte contemporânea

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  • Pós-modernidade
  • Pop art
  • Op art
  • New Data
  • Minimalismo
  • Neoconcretismo
  • Arte conceptual
  • Happening
  • Performance
  • Instalações
  • Land art
  • Realismo socialista

Por localização geográfica

Arte europeia

Arte africana

Arte berbere | Arte mourisca

Arte asiática

Arte do Próximo Oriente: Arte islâmica
Arte do Extremo Oriente: Arte chinesa (Cerâmica) | Arte japonesa (arquitetura | cerâmica) | Arte tibetana | Arte indiana

Arte americana

Arte pré-colombiana: (Mesoamérica) - Arte olmeca | Arte tolteca | Arte maia | Arte azteca | (Andes) - Arte inca
Arte norte-americana: Arte índia

Arte oceânia

Arte aborígene

agosto 21, 2009 No comentários

 

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A cidade, enquanto espaço construído e habitado pelo homem, manifesta-se como arquitetura

A arquitetura (português europeu) ou arquitetura (português brasileiro) (AO 1990: arquitetura) (do grego arché — αρχή — significando "primeiro" ou "principal" e tékton — τέχνη — significando "construção") refere-se à arte ou a técnica de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Neste sentido, a arquitetura trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos: em última instância, a arquitetura lidaria com qualquer problema de agenciamento, organização, estética e ordenamento de componentes em qualquer situação de arranjo espacial. No entanto, normalmente a arquitetura associa-se diretamente ao problema da organização do homem no espaço (e principalmente no espaço urbano).

A arquitetura como atividade humana existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design (ou seja, o projeto) do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo), da cidade (planejamento urbano e urbanismo) e da região (planejamento regional ou Ordenamento do território). Neste percurso, o trabalho de arquitetura passa necessariamente pelo desenho de edificações (considerada a atividade mais comum do arquiteto), como prédios, casas, igrejas, palácios, entre outros edifícios. Segundo este ponto de vista, o trabalho do arquiteto envolveria, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana.

“Arquitetura é música petrificada”

                   Johann Wolfgang von Goethe

Definição

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O espaço interno como protagonista da arquitetura

Primeiramente, a arquitetura se manifesta de dois modos diferentes: a atividade (a arte, o campo de trabalho do arquiteto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da humanidade como um todo).

A arquitetura enquanto atividade é um campo multidisciplinar, incluindo em sua base a matemática, as ciências, as artes, a tecnologia, as ciências sociais, a política, a história, a filosofia, entre outros. Sendo uma atividade complexa, é difícil concebe-la de forma precisa, já que a palavra tem diversas acepções e a atividade tem diversos desdobramentos.

Atualmente, o mais antigo tratado arquitetônico de que se tem notícia, e que propõe uma definição de arquitetura, é o do arquiteto romano Marco Vitrúvio Polião. Em suas palavras:

"A arquitetura é uma ciência, surgindo de muitas outras, e adornada com muitos e variados ensinamentos: pela ajuda dos quais um julgamento é formado daqueles trabalhos que são o resultado das outras artes."

A definição de Vitrúvio, apesar de inserida em um contexto próprio, constitui a base para praticamente todo o estudo feito desta arte, e para todas as interpretações até a atualidade. Ainda que diversos teóricos, principalmente os da modernidade, tenham conduzido estudos que contrariam diversos aspectos do pensamento vitruviano, este ainda pode ser sintetizado e considerado universal para a arquitetura (principalmente quando interpretado, de formas diferentes, para cada época), seja a atividade, seja o patrimônio.

Vitrúvio declara que um arquiteto deveria ser bem versado em campos como a música, a astronomia, etc. A filosofia, em particular, destaca-se: de fato quando alguém se refere à "filosofia de determinado arquiteto" quer se referir à sua abordagem do problema arquitetônico. O racionalismo, o empirismo, o estruturalismo, o pós-estruturalismo e a fenomenologia são algumas das direções da filosofia que influenciaram os arquitetos.

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A interpretação de Leonardo da Vinci do homem de Vitrúvio. Esta obra sintetiza uma série de ideais a respeito da relação do homem com o universo. Da mesma forma, ela está associada à arquitetura, tanto quanto um instrumento de projeto quanto como um símbolo.

A tríade vitruviana

Na obra de Vitrúvio, definem-se quatro os elementos fundamentais da arquitetura: a firmitas (que se refere à estabilidade, ao carácter construtivo da arquitetura/resistência), a utilitas (que originalmente se refere à comodidade e ao longo da história foi associada à função e ao utilitarismo), a venustas (associada à beleza e à apreciação estética) e o decorum (associado à dignidade da arquitetura, à necessidade de rejeição dos elementos supérfluos e ao respeito das tradições/ordens arquitetônicas).

Desta forma, e segundo este ponto de vista, uma construção passa a ser chamada de arquitetura quando, além de ser firme e bem estruturada (firmitas), possuir uma função (utilitas), respeitar as ordem clássicas (decorum) e for, principalmente, bela (venustas). Há que se notar que Vitrúvio contextualizava o conceito de beleza segundo os conceitos clássicos. Portanto, a venustas foi, ao longo da história, um dos elementos mais polêmicos das várias definições da arquitetura.

Definição moderna

Uma definição precisa de arquitetura é impossível, como já foi ressaltado, dada a sua amplitude. Como as demais artes e ciências, ela passa por mudanças constantes. No entanto, o excerto a seguir, escrito por Lúcio Costa, costuma gozar de certa unanimidade quanto à sua abrangência.

"Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto, desde a germinação do projeto, até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada.
A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura da simples construção."[2]

Esta definição é entendida como um consenso pois ela resume praticamente toda uma metade de século de pensamento arquitetônico: a visão de Lúcio Costa sintetiza as várias teorias propostas por arquitetos pertencentes à arquitetura moderna. Dado que o moderno procurou se colocar não como mais um entre vários estilos, mas como efetivamente a arquitetura, e sua visão de mundo tornou-se predominante, ela tornou-se por fim um consenso. A teorização proposta pela arquitetura moderna engloba, no entanto, também toda a arquitetura produzida antes dela, já que ela manifesta claramente que a arquitetura surge de um programa, incorporando as variáveis sociais, culturais, econômicas e artísticas do momento histórico. Na medida em que os momentos históricos são heterogêneos, a definição moderna da arquitetura não ilegítima nenhuma outra manifestação histórica, mas ativamente combate a cópia de outros momentos históricos no momento contemporâneo.

Estilo e linguagem

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Catedral Metropolitana de Brasília, exemplar da arquitetura moderna brasileira, em Brasília, Brasil.

Quando se pensa em algum tipo de classificação dos diferentes produtos arquitetônicos observados no tempo e no espaço, é muito comum, especialmente por parte de leigos, diferenciar os edifícios e sítios através da idéia de que eles possuem um estilo diverso um do outro.

Tradicionalmente, a noção de estilo envolve a apreensão de um certo conjunto de fatores e características formais dos edifícios: ou seja, a definição mais primordial de estilo é aquela que o associa à forma da arquitetura, e principalmente seus detalhes estético-construtivos. A partir desta noção, parte-se então, naturalmente, para a idéia de que diferentes estilos possuem diferentes regras. E, portanto, estas regras poderiam ser usadas em casos específicos. A arquitetura, enquanto profissão, segundo este ponto de vista, estaria reduzida a uma simples reunião de regras compositivas e sua sistematização.

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Arquitetura clássica e renascentista em Roma.

Esta é uma idéia que, após os vários movimentos modernos da arquitetura (e mesmo os pós-modernos, que voltaram a debater o estilo) tornou-se ultrapassada e apaixonadamente combatida. A arquitetura, pelo menos no plano teórico e acadêmico, passou a ser entendida através daquilo que efetivamente a define: o trabalho com o espaço habitável. Aquilo que era considerado estilo passou a ser chamado simplesmente de momento histórico ou de escola. Apesar de ser uma ruptura aparentemente banal, ela se mostra extremamente profunda na medida em que coloca uma nova variável: se não valem mais as definições historicistas e estilísticas da arquitetura, o estilo deixa de ser um modelo amplamente copiado e passa a ser a expressão das interpretações individuais de cada arquiteto (ou grupo de arquitetos), daquilo que ele considera como arquitetura.

Portanto, se é possível falar em um estilo histórico (barroco, clássico, gótico, etc.), também torna-se possível falar em um estilo individual (arquitetura Wrightiana, Corbuseana, etc).

agosto 21, 2009 No comentários

 

O site WTFZup.com trouxe uma lista de invenções legais, baratas e super úteis para o dia a dia, e o melhor, do tipo "faça você mesmo". Confira essas invenções e "do it yourself".

Sempre existem aqueles objetos que você vê uma segunda utilidade nele: caixas de presente viram porta-trecos, objetos decorativos viram peso de papel etc. Mas, essa seleção que a WTFZup.com fez, vai realmente te mostrar o que é reaproveitar objetos do cotidiano em coisas que talvez você nunca tenha imaginado...

Praticidade
Eu não sei usar hashi, conhecido também como palitinhos para se comer comida japonesa. Segurar, apoiar num dedo, movimentar com o outro, acho tudo bem complexo... pensando nisso que tiveram a idéia de juntar um pregador de roupas com o hashi, e o resultado é esse:

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Muito mais prático, han?

Reaproveitando...
Essa é pra quem talvez more sozinho: Usar esses pregadores de fichario para porta pano de prato. Fica, hun, diferente!

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Eu faria na minha casa...

Iluminação diferente...
Essa é uma dica de um difusor diferente: uma vela e uma latinha (essa da Carlsberg é bem legal). O efeito pode ser mudado com cortes diferentes na latinha - daí é só colocar aquelas essências no fundo da latinha virada ao contrário para o ambiente ficar com um cheirinho bom.

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Recorte e cole...
Essa agora vai para as garotas... como eu não pensei nisso antes? Unhas com qualquer desenho e nem precisa ir na manicure pra isso ;)

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Para casa...
Que tal juntar uma mangueirinha da torneira da pia com uma bucha? O resultado provavelmente será econômia de água, econômia de tempo nas tarefas domésticas e econômia do seu bolso no fim do mês...

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Sem machucar os pés...
Eu já tentei andar de bicicleta sem algum pisante, o problema é que os pedais não são as superfícies mais confortáveis. Uma ótima idéia colocar uma buchinha dos pedais para andar de biclicleta descalço sem nenhum problema, han?

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E meu TOP 3 dessas invenções geniais, ou reaproveitamentos geniais é...

Posição 3: porta algodão!
Um objeto que é muito provável que sua mãe tenha em casa - mas graças ao advento da batedeira, ninguém mais usa - é esse tipo de batedor, normalmente usado para se fazer claras em neve.

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Fica mais legal como batedor-de-claras-em-neve-porta-algodão

Posição 2: freio de porta!
Marcas da maçaneta da sua porta na parede não são legais. Que tal um freio de porta bem original? Um pincel, parafuso e alguma coisa que esquente para se modelar pincel são suficientes

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E o número 1 é (como boa adoradora do sono) aproveitar uma das lentes de óculos de natação para apoio de testa para se dormir encontado em paredes, etc.

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Nunca mais ficar com um galo na testa por
apoiar a cabeça em vidros de ônibus, metrô, etc.

Prêmio de honra ao mérito:

Meu prêmio de honra ao mérito pela originalidade vai para esse porta-roupas-funil:

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Para conferir mais dicas de produtos "faça você mesmo", acesse www.wtfzup.com.
PS: se alguém souber em que língua estão as descrições dessas imagens e quiser nos dizer o que estão dizendo, será muito bem vindo ;)

agosto 21, 2009 No comentários
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